e um mar vivo de humores: nesse verão.
Quero areias de pó-de-arroz e pedras para
deitar a indolência, de férias,
em lugares ermos e vivos,
que são só meus, não porque ninguém os conheça,
mas porque os fiz assim.
em lugares ermos e vivos,
que são só meus, não porque ninguém os conheça,
mas porque os fiz assim.
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