Eu vi um medo dolorido, em carne viva, daquel@ que não se reconheceu na dor do amor. Doeu em mim ver dolorid(a)- mente
de quem até agora
há pouco
era sonho fremente.
Eu me comovi com aquela tristeza crua sob a mesa.
Com os amplos movimentos das mãos em negação, com as palavras ritmadas e secas.
Com os amplos movimentos das mãos em negação, com as palavras ritmadas e secas.
El@ não viu, mas puxei-a contra o peito e quis ajudá-l@ a restabelecer aqueles batimentos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sinta aqui: