Ela me fala sobre o sapato de salto alto. Que era da mãe, salto 15,
"_De oncinha, ó...”
I
E eu conseguia prestar atenção somente nas coxas dela. (Como o músculo saliente – aquele: ali, no final da coxa, perto do joelho - traz o sorriso para o rosto e mais prazer para a mente...).
Eu quase que não ouvia, atent@ as pernas torneadas, vestindo o tal salto alto, e ela me disse:
“_Viu, esse é o salto...Bonito, né?”
E eu desatent@ e descarad@:
“_Que salto? (Eu que focad@ estava nas coxas...Finalmente a voz se fez...)“_Não vi...Que coxas lindas, mulher... Que pernas!...
Ela se riu.
Depois - eu acho - a gente engatou uma conversa.
II
No entanto, meus olhos não perdiam de vista aqueles quadríceps da coxa sob tensão... Dispers@ que eu estava, entretid@ com os membros inferiores da moça, ouvi, (mas não ouvi) ela dizer: “..._ Na festa de sábado...”
O cérebro agarrou-se inconsequente àquela cauda de palavras em passagem e respondi de imediato, surpres@:
“_ E tem alguma coisa para fazer no sábado além de sexo contigo...?
Ela soltou um riso leve e frouxo.
Um daqueles que ela dá e que eu gosto.