segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

E pensar...

E pensar que eu me fingi de desentendid@, não aceitei, nas palavras dela: "dar uma escapadinha para pegar umas laranjas no fundo do terreno", em determinado churrasco, nos interiores do Estado, com a charmosa dona desse lindo braço belamente ornado ...Porque eu estava casad@.

E pensar que eu diria não de novo,
se casad@ o fosse.


Minha mãe deve ter "amarrado" meu caminho ao de Nossa Senhora d@s Inveterad@s Crentes quando nasci...

Que tipo de "trabalho" devo fazer para me libertar e agir na volúpia do impulso?
Mas que é charmosíssima, e quase irresistível, ... Isso, sem dúvida, absolutamente, nenhuma, é. 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Tato

Na ponta dos dedos
No veludo da língua
No ardor do momento

Dias de calor

Sobressalto nos meus sentidos.
O verão pôs pernas de fora:
coxas nuas, panturrilhas a mostra.
Pele assanhada para o sol
Adoro essa semi-nudez pública da estação.

Dia de verão


O calor era tanto – e o mar tão gelado que, ao sair, 
depois do mergulho, o corpo, na brisa, parecia mentolado.

Procura-se

Procuro um corpo celeste
de pele (branca-chocolate-amarela ou negra),
 serena, de hálito meigo e feito de sossego,
que queime de desejo, nada burlesco,
no meu céu de brigadeiro.

Do meu amigo, Nestor



O rabinho balançando do Nestor
denuncia todo o seu amor.

Costura de palavras

Há quem se satisfaça com palavrinhas.
                                             Outras, com palavrões.

Da prática



Abençoada pitanga colhida no pé,
que admiro, elogio e beijo
antes de saborear –
como faço com
uma mulher.

Aspecto

Antes fosse nonsense,
mas é no sense.

Dos ares daquele lugar

O caminho para Floripa é uma das linhas na palma da minha mão.